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BRASIL MELHORA SUA COMPETITIVIDADE DURANTE A CRISE ECONÔMICA GLOBAL

Richard Elliott, Associate Director, Tel.: +41 (0)79 201 8127; +86 1584 088 9045  – richard.elliott@weforum.org

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• A Suíça lidera o ranking do Relatório de Competitividade Global 2009-2010 do World Economic Forum, seguida pelos EUA
• Sete economias da América Latina e Caribe estão colocadas na primeira metade do ranking: Chile (28º), Porto Rico (42º), Barbados (44°), Costa Rica (55º), Brasil (56º), Panamá (59º), México (60°) e Uruguai (65º)
• O Brasil ganha oito posições, reforçando seu crescimento ascendente, com avanços em todas as áreas, especialmente em Potenciadores de eficiência
• O relatório completo, com o perfis das 133 economias analisadas, além de destaques, ranking etc., está disponível no endereço: http://www.weforum.org/gcr 
• Assista vídeo com entrevista de Jennifer Blanke, Diretora da Rede de Competitividade Global do Forum, e os principais destaques do relatório aqui

Dalian, China, 8 de setembro de 2009 - A Suíça lidera o ranking geral do Relatório de Competitividade Global 2009-2010,  que o World Economic Forum divulga hoje antes da Reunião Anual de Novos Campeões 2009, em Dalian. Os Estados Unidos perderam a liderança do ranking, caindo para o segundo lugar, com o enfraquecimento em seus mercados financeiros e em sua estabilidade macroeconômica.  Cingapura, Suécia e Dinamarca completam as cinco primeiras posições. As economias européias continuam dominando as primeiras 10 colocações, com Finlândia, Alemanha e Holanda. O Reino Unido, embora ainda muito competitivo, repetiu a queda do ano anterior, perdendo mais uma posição, agora em 13º lugar, principalmente pelo enfraquecimento dos seus mercados financeiros.  
                              
A China continua dominante entre as grandes economias em desenvolvimento, ganhando um lugar e se posicionando entre as 30 economias mais competitivas do mundo. Entre os outros BRICs, Brasil e Índia também registram avanços, enquanto a Rússia perdeu 12 posições. Muitas economias asiáticas mantém uma performance positiva, como Japão, Hong Kong, Coréia e Taiwan – todas entre as 20 primeiras colocações.

Na América Latina e Caribe, o Chile é o país com a melhor colocação no ranking, seguido por Porto Rico, Barbados, Costa Ricae Brasil, que ganha oito posições e passa o México pela primeira vez no relatório. A melhora na competitividade brasileira é fruto do seu setor empresarial inovador e sofisticado, do tamanho de seu mercado e da melhora na área de estabilidade macroeconômica, comparada com o ano anterior. Algumas vulnerabilidades foram encontradas na qualidade das instituições, nos mercados de bens e de trabalho, padrões educacionais e taxas de realização.

Diversos Países do Oriente Médio e da África do Norte também aparecem na primeira metade do ranking, com destaque para o Israel, Kuwait, Qatar, Tunísia, Arábia Saudita e os Emirados Árabes. Nota-se grandes avanços nos Estados do Golfo, que mantém sua ascendência de anos anteriores. Na África Subsaariana, apenas a África do Sul, Botsuana e Maurício estão na primeira metade do ranking. Vários outros países da região também melhoraram a sua posição na lista. Clica aqui para conferir os destaques do Relatório.

O Ranking de Competitividade Global está disponível aqui (Formato PDF ou Excel)

“A crise é realmente global em todos os sentidos em decorrência da interdependência das economias mundiais nos dias de hoje. Líderes estão lutando para encontrar maneiras de administrar esses novos desafios econômicos, enquanto preparam as economias de seus países para obter performances positivas no cenário econômico futuro, que será caracterizado por mais incerteza. Em um difícil ambiente econômico global, é cada vez mais importante cada país possuir bons fundamentos para embasar seu crescimento e desenvolvimento econômico,” afirma Kalus Schwab, Fundador e Presidente Executivo do World Economic Forum.

Xavier Sala-i-Martin, Professor de Economia da Universidade de Columbia, EUA, e autor conjunto do Relatório, destaca que “Durante a crise atual, os lideres devem se lembrar dos fundamentos da competitividade no longo prazo, enquanto enfrentam as emergências do presente. As economias competitivas são aquelas que possuem fatores que impulsionam avanços de produtividade, a base para a prosperidade atual e futura. Um ambiente econômico que favorece a competitividade é capaz de ajudar economias nacionais e enfrentar ciclos empresariais de retração e garantir a presença de mecanismos que apóiam um bom desempenho econômico futuro”.

Os rankings são baseados em dados de domínio público e nos resultados da Pesquisa de Opinião com Executivos, realizada anualmente pelo World Economic Forum em conjunto com seus Institutos Parceiros (principais institutos de pesquisa e organizações empresariais) nos países analisados pelo estudo. Esse ano foi entrevistado mais de 13 mil líderes de negócios de 133 economias. A metodologia foi desenvolvida para avaliar a gama de fatores que influenciam o ambiente de negócios.  O Relatório também inclui perfis de cada país com seus principais pontos fortes e fracos, possibilitando a identificação das mais importantes prioridades para reforma.

O ranking do Relatório de Competitividade Global é baseado no Índice de Competitividade Global (ICG). A metodologia foi desenvolvida para o Fórum por Xavier Sala-i-Martin e inicialmente aplicada em 2004. O ICG é baseado em 12 pilares de competitividade, formando um quadro detalhado do cenário de competitividade em países do mundo inteiro em vários estágios de desenvolvimento. Os pilares incluem Instituições, Infra-estrutura, Estabilidade macroeconômica, Saúde e Educação primária, Educação de nível superior e Treinamento, Eficiência do mercado de bens, Eficiência do mercado de trabalho, Sofisticação do mercado financeiro, Preparo tecnológico, Tamanho do mercado, Sofisticação empresarial e Inovação.

O Relatório ainda inclui um perfil detalhado de cada uma das 133 economias do estudo, com um resumo de sua posição geral no ranking do Índice, além de orientações sobre as maiores vantagens e desvantagens competitivas de cada país/economia baseadas nas análises usadas para calcular o ranking. O Relatório também apresenta uma seção de rankings globais para mais de 110 indicadores.

A edição 2009 também inclui debates sobre determinados países e regiões, entre elas, os EUA, as grandes economias emergentes dos BRIC e os 12 membros que recentemente entraram para a União Européia, oferecendo uma análise detalhada das questões que afetam a competitividade nacional.

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O World Economic Forum é uma organização internacional e independente compromissada em melhorar as condições do mundo, envolvendo lideranças para estruturar agendas locais, regionais e globais.

Incorporado como uma fundação em 1971 e baseado em Genebra na Suíça, o World Economic Forum é imparcial, não tem fins lucrativos e não está ligado a interesses políticos, partidários ou nacionais (www.weforum.org).

 


 

 

 

 

 
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