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News Release

Chile mantém posto de economia mais competitiva da América Latina e do Caribe e México, Peru, Brasil e Panamá avançam significantemente

Kai Bucher, Associate Director, Media, Tel.: +41 (0)22 869 1290; kai.bucher@weforum.org

  • O Chile, em 31° lugar, ainda é a economia mais competitiva da América Latina e do Caribe
  • México, Peru e Brasil melhoram significantemente suas performances de competitividade
  • Panamá, em 49o, entra para o grupo das 50 economias mais competitivas do mundo
  • Suíça, Cingapura e Suécia estão no topo do ranking do Relatório de Competitividade Global
  • Os Estados Unidos mantém a queda que teve início três anos atrás, perdendo mais um posto, agora em 5º
  • Economias emergentes reduzem ainda mais a diferencia de competitividade com economias OCDE
  • Para baixar o relatório completo com perfis de 142 economias, destaques, rankings acesse: http://www.weforum.org/gcr.
  • Acompanhe entrevistas sobre os resultados do Relatório de 2011

The Global Competitiveness Report 2011-2012Genebra, Suíça, 7 de setembro de 2011 – O Chile (31º) mantém o posto de economia mais competitiva da América Latina e do Caribe, seguido por Puerto Rico (35º) Barbados (42º) e Panamá (49º), que estão entre os primeiros 50 colocados do Relatório de Competitividade Global 201-2012, divulgado hoje pelo World Economic Forum. A competitividade das duas maiores economias da região também cresce: o Brasil (53º), devido em grande parte ao seu ambiente empresarial robusto, e o México (58º), devido a políticas macroeconômicas corretas. Os países da região devem focar mais atenção no desafio de inovação com o crescimento contínuo das suas economias e patamares mais altos de desenvolvimento. A competitividade da America Central sofre com a falta de segurança, aumentando o custo para se fazer negócios.

A Suíça lidera o ranking e Cingapura passa a Suécia e assume o 2º lugar. As primeiras 10 colocações são dominadas por países do Norte e Oeste da Europa: Suécia (3ª), Finlândia (4ª), Alemanha (6ª), Holanda (7ª), Dinamarca (8ª) e o Reino Unido (10ª). O Japão mantém a segunda colocação na Ásia em 9º lugar, apesar de cair três posições.

Os Estados Unidos continuam a queda que teve início três anos atrás, perdendo mais um posto, agora em 5º lugar. Além do crescente número de vulnerabilidades macroeconômicas, líderes empresariais também revelam sua preocupação com alguns aspectos do ambiente institucional do país, especialmente o baixo nível de confiança pública em legisladores e preocupações com a eficiência do governo. Do lado positivo, pela primeira vez desde a crise financeira os bancos e as instituições financeiras estão ganhando força e foram avaliados como um pouco mais robustos e eficientes.

A Alemanha mantém uma posição forte na zona do Euro, mas cai uma posição ocupando agora o sexto lugar, enquanto a Holanda ganha uma posição, subindo para o 7º, a França cai três posições para 18ª, e a Grécia continua a sua tendência de queda em 90ª. Reformas para fortalecer a competitividade serão importantes para retomar o crescimento regional e enfrentar os principais desafios, entre os quais a consolidação fiscal e o desemprego persistente.

Os resultados revelam que nos últimos sete anos, a competitividade de economias avançadas estagnou ao contrário de muitas economias emergentes, que expandiram, consolidando seu crescimento e refletindo a migração de atividade econômica de economias avançadas para emergentes.

The Global Competitiveness Index 2011-2012 Top10Baixe o ranking completo de Competitividade Global (PDF or Excel format)

No Oriente Médio, o Qatar (14º) consolida seu lugar entre os top 20, enquanto a Arábia Saudita (17º) aparece entre os primeiros 20 colocados pela primeira vez, seguida por Israel (22º), Emirados Árabes (27º), Kuwait (34º) e Bahrein (37º).  A maioria dos países do Golfo mantém a tendência ascendente dos últimos anos. Na África Sub-Saara, a África do Sul (50ª) e Maurício (54ª) estão na primeira metade do ranking, seguidos por  Ruanda, (70ª), Botsuana (80ª) e Namíbia (83ª).  Leia mais destaques do relatório.

“Depois de alguns anos difíceis, uma recuperação da crise econômica está se esboçando, mas de uma forma desequilibrada: muitas economias emergentes estão registrando crescimento relativamente forte, apesar de alguns riscos de superaquecimento, mas a maioria das economias avançadas está recuperando lentamente, sofrendo com o desemprego persistente e vulnerabilidades financeiras, sem nenhuma perspectiva clara de melhoria dessa situação”, afirma Klaus Schwab, Fundador e Presidente Executivo do World Economic Forum. “Nesse complexo ambiente econômico global é tão importante reconhecer e fomentar os aspectos qualitativos do crescimento quanto os quantitativos, integrando conceitos como inclusão e sustentabilidade econômica para descobrir o que é preciso e o que funciona”, completa.

Xavier Sala-i-Martin, Professor de Economia da Universidade de Columbia, EUA, e coautor do relatório, destaca que “com o ressurgimento de preocupações a respeito do futuro da economia global, os administradores políticos não devem esquecer os fundamentos da competitividade no longo prazo. Para estabelecer uma recuperação mais estável, as economias emergentes e em desenvolvimento devem se assegurar que seu crescimento é fruto de avanços em produtividade. As economias avançadas, muitas sofrendo de desafios fiscais e crescimento fraco, devem focar em medidas que aumentam a competitividade para criar um círculo virtuoso de crescimento e garantir uma recuperação econômica sólida”.

O ranking de competitividade do Relatório de Competitividade Global é baseado no Índice de Competitividade Global (ICG), desenvolvido para o Fórum por Xavier Sala-i-Martin, e inicialmente aplicado em 2004. O GCI aborda 12 categorias – os pilares da competitividade – que oferecem um quadro detalhado da competitividade de cada nação. Os pilares são: infraestrutura, ambiente macroeconômico, saúde e educação primária, educação de nível superior e treinamento, eficiência do mercado de bens, eficiência do mercado de trabalho, sofisticação do mercado financeiro, preparo tecnológico, tamanho do mercado, sofisticação empresarial e inovação.

Os rankings são baseados em dados de domínio público e nos resultados da Pesquisa de Opinião de Executivos, uma pesquisa anual de grande alcance desenvolvida pelo World Economic Forum em conjunto com sues Institutos Parceiros nos países analisados. Esse ano, mais de 14 mil líderes empresariais participaram do estudo em 142 economias. Essa pesquisa foi desenvolvida para examinar um grande elenco de fatores que podem influenciar o ambiente comercial da economia.

O Relatório oferece um capítulo extenso de dados e um perfil detalhado de cada uma das 142 economias pesquisadas, criando um resumo detalhado da sua posição geral no ranking, além de tabelas de dados com o ranking global de mais de 110 indicadores.

O Relatório desse ano também inclui debates a respeito de determinadas regiões e tópicos. Esta seção inclui uma análise dos efeitos da crise de endividamento em relação à competitividade, uma análise do desafio de inovação na América Latina e as tendências e perspectivas de competitividade na África sub-Saara. Além disso, o relatório inclui um capítulo descrevendo o trabalho preliminar do World Economic Forum para integrar o conceito de sustentabilidade de forma mais ampla em seu trabalho na área de competitividade.

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